Intel ressurgiu das cinzas: ações disparam com boom da IA!

Se alguém dizia que a Intel estava para morrer, melhor ouvir de novo. As ações da gigante dos chips galgaram uma máxima histórica, coisa que não se via desde a bolha das pontocom, lá em 2000. Como? A receita projetada para o trimestre de junho ultrapassou em muito o que o mercado esperava – de US$ 13 bilhões para algo entre US$ 13,8 bilhões e US$ 14,8 bilhões. Tá na cara que a empresa finalmente está colhendo frutos do estrondoso boom de IA.

O renascimento de uma lenda

Lip-Bu Tan, CEO da Intel, não está para brincadeira. Ao atrair vultuosos investimentos no ano passado, ele deu novo fôlego à companhia e, agora, entrega resultados sólidos, acima das próprias expectativas. E não pense que é só fogo de palha – a demanda por processadores para sistemas de IA está explodindo, jogando as CPUs Xeon da Intel para o centro do palco. O cara até confessou: mesmo “trabalhando duro”, ainda faltam chips para todo mundo.

A corrida da demanda e o efeito no mercado

  • As ações da Intel subiram 24%, para US$ 82,57, na maior valorização diária desde 1987.
  • No ano, a alta acumulada chega a inacreditáveis 124%.
  • Foram puxadas para cima até por outras empresas do setor, como AMD (+14%) e Arm Holdings (+15%).

E não é só para os investidores privados que essa ascensão vale ouro. O governo americano, que entrou no jogo com uma fatia avaliada em US$ 8,9 bilhões, já vê essa posição multiplicar quase quatro vezes, batendo em US$ 36 bilhões. Quase um milagre econômico, não?

Quem ainda duvida?

Se você pensa que tudo é obra do acaso, pense outra vez. Além de surfar essa maré de alta demanda, a Intel está tirando leite de pedra — recuperando fábricas, investindo pesado e se preparando para emitir dívida com mão firme. O chamado “vento a favor”, para eles, é apenas o ponto de partida.

Ah, e tem mais um detalhe que merece atenção: Elon Musk agora adianta que usará a tecnologia da Intel em seus esforços para fabricar chips. Uma tacada e tanto para quem enfrentou tantos percalços.

Então, fica a pergunta: será que estamos diante de um novo capítulo de dominância da Intel no mercado de semicondutores ou apenas um fogo de palha tecnológico? Por enquanto, a aposta é clara — o passado ficou para trás, e o futuro, pelo menos para a Intel, parece promissor e embalada pela revolução da IA.

Fonte: Infomoney

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