Ibovespa em pausa: recorde, correção e o contraste com Wall Street

O Ibovespa quebrou recordes e logo depois entrou no temido movimento corretivo. Após alcançar a histórica marca de 199.354 pontos, o índice desceu aos 195.733, encerrando a semana com queda. Parece que o mercado brasileiro decidiu pausar para respirar, justamente quando as bolsas americanas seguem dançando a festa do crescimento — Nasdaq e S&P 500 continuam firmes, embaladas por um volume comprador robusto e renovando seus patamares mais altos.

Ibovespa: entre o entusiasmo e a correção

No cenário local, a cautela é a palavra do momento. O gráfico semanal mostra aquela famosa “estrela cadente” — um sinal clássico para os que acompanham as velas japonesas — indicando que a alta recente pode sim dar espaço para ajustes. O IFR semanal acima de 73 confirma que o mercado está sobrecomprado, então uma correção era – na verdade – esperada. Mas não é uma queda para desespero: enquanto o índice se mantém acima de 192 mil pontos, seus alvos ainda são ambiciosos e podem chegar a 207 mil.

Dólar em queda, mas cuidado com o repique

O dólar futuro, por sua vez, segue numa sequência de cinco semanas de baixa, indicando um movimento claro de enfraquecimento da moeda americana frente ao real. Porém, o índice de força relativa (IFR) indica sobrevenda, o que pode dar origem a pequenos repiques técnicos. Já percebeu? Tudo no mercado tem seu vai e vem. Para os que esperam por uma reviravolta, atenção às resistências em 5.017 pontos.

Wall Street e Bitcoin: o contraste sustentável

Enquanto o Brasil dança sua dança mais contida, os EUA seguem com a energia lá em cima. A Nasdaq e o S&P 500 mostram força, operando acima das médias móveis, sem sinais de fraqueza. A volatilidade passa longe – pelo menos por enquanto. E, claro, o Bitcoin também está na festa, depois de testar a região dos US$ 60 mil. O criptoativo quer mostrar que ainda tem fôlego e, para isso, precisa ultrapassar a barreira dos US$ 77 mil para ganhar força.

Em resumo? O Ibovespa está ajustando seu ritmo depois da maratona de altas. O dólar quer reagir, mas está cansado. E lá fora, o otimismo parece que não tem hora pra acabar. Com tanta movimentação, o segredo é ficar de olho nos suportes críticos e não se deixar levar só pela emoção do momento.

Fonte: Infomoney

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