Patria Investimentos: Crescimento Recorde e Expansão Global em 2025
Quatro anos após estrear na Nasdaq, o Patria Investimentos não apenas sustenta seu ritmo, como acelera na busca por expansão. O apagado mercado financeiro não tem espaço para quem não se mexe, e os números do quarto trimestre de 2025 comprovam que a gestora está longe de ficar parada.
Captação recorde e ativos bombando
Com um portfólio que se espalha por múltiplas classes de ativos, setores diversos e geografias estratégicas, o Patria cravou uma cifra impressionante: US$ 7,7 bilhões em captação só em 2025, o maior da sua história. O grande destaque? Infraestrutura puxando US$ 2,253 bilhões dessas entradas orgânicas. Um salto que não passa despercebido.
Esse avanço nas captações teve um efeito cascata no total dos ativos sob gestão, que finalmente ultrapassaram a marca dos US$ 50 bilhões, terminando o ano com US$ 52,6 bilhões, um aumento robusto de 26% frente a 2024. O Fee Earning Asset Under Management (FEAUM) não ficou para trás, crescendo 24%, para US$ 40,8 bilhões no mesmo período.
Resultados que falam alto
Se os ativos apitando no verde impressionam, os ganhos atrelados a taxas (Fee Related Earnings – FRE) confirmam que o negócio está saudável: US$ 202,5 milhões no total do ano, 19% a mais que em 2024. O lucro líquido para acionistas também seguiu a mesma toada, atingindo US$ 85,6 milhões, com crescimento de 19% em 12 meses.
Alex Saigh, CEO do Patria, não escondeu o entusiasmo: “Estamos entusiasmados em divulgar os resultados do quarto trimestre, que coroam um 2025 extremamente bem-sucedido”. Além disso, a gestora confirmou um dividendo trimestral de US$ 0,15 por ação para março, um conforto a mais para os investidores.
Por dentro da estratégia e futuro promissor
América Latina, Europa e Estados Unidos formam o mapa de atuação global do Patria, que vai de infraestrutura e crédito a private equity e real estate. O crescimento recente não é fruto só do orgânico, mas de uma estratégia agressiva de M&A. O CEO cita três aquisições estratégicas: 51% da Solis, a RBR e a Global Partners, cada uma ampliando presença em mercados locais e norte-americanos.
Com esse fôlego extra, o Patria mira alto: US$ 70 bilhões em ativos geradores de taxa até 2027 e FRE entre US$ 225 milhões e US$ 245 milhões em 2026, chegando a até US$ 290 milhões no ano seguinte.
Credibilidade que paga seu preço
Daniel Sorrentino, managing partner no Brasil e head global de Clientes, reforça a blindagem da gestora. “Somos uma empresa listada, exposta a todo rigor da SEC, dos acionistas e investidores. A diligência para aportes vultosos é brutal”, afirma. E 2025? “Foi o melhor ano da história do Patria”, não tem como discordar.
Fica claro que, com uma trajetória consistente e o olho sempre na diversificação e qualidade, o Patria está jogando para ganhar. O caminho para 2026 já está montado — e tudo indica que estamos longe de ver o auge dessa história.
Fonte: Infomoney
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